No filme “A culpa é do Fidel”, em meados de 70, Anna de la Mesa (Nina Kervel-Bey) com nove anos, mora em Paris e após uma viagem ao Chile do recém eleito Salvador Allende seus pais começam a manter um comportamento totalmente diferente. Assustada, a menina tenta resistir às mudanças de todas as maneiras, mas acaba cedendo e tendo uma visão totalmente diferente do mundo. O filme tem como revelação a pequena grande atriz Nina Kervel-Bey e foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Filme Estrangeiro. Acusados
Já em “Controle Absoluto”, após o enigmático assassinato de seu irmão gêmeo, um rapaz - interpretado por Shia LaBeouf - começa a ser acusado da morte, juntamente com uma mãe solteira vivida pela atriz Michelle Monaghan. Intimidado e com medo das acusações, o casal começa a obedecer às ordens de uma misteriosa voz feminina e não fazem idéia que estão se envolvendo um plano maior e explosivo. A idéia do filme é do premiado cineasta Steven Spielberg e a direção é de D.J. Caruso, que arrecadou milhões com o filme “Paranóia”, que têm no seu elenco - novamente - LaBeouf.
Futilidades
Com um orçamento de 20 milhões de dólares e um elenco 100% feminino, a refilmagem de “As Mulheres”, de 1939, faz do filme “Mulheres - O sexo forte” uma grande pedida para quem gosta de comédias dramáticas. Com um time de atrizes de peso - Meg Ryan, Eva Mendes, Debra Messing e Betty Midler - o filme mostra o cotidiano de diversas mulheres, dentre elas uma negra lésbica e escritora, uma ruiva e mãe de diversas meninas, uma morena jornalista bem sucedida e uma loura estilista, que passam o dia conversando e “fofocando” em um salão de beleza da cidade.
Praticamente 70 anos depois de sua primeira versão, o filme ainda consegue manter a mesma linha de raciocínio onde o ponto principal é mostrar a superação do término de um relacionamento. Ou seja, mostra a mulher no fundo do poço conseguindo dar a volta por cima e superar a traição. O filme ainda tem a direção de Diane English.
Apesar de possuir uma história boa e engraçada, o filme não recebeu críticas positivas do jornal London Lite, o qual alegou que a comédia transforma “Sex and the City - O Filme” em uma obra prima. |