| Ao longo do mês, o Serviço Social do Comércio (Sesc) do Amazonas promoverá uma série de eventos culturais variados, de alto nível e quase sem custos para o espectador. “Acredito no poder da arte, da cultura. O povo precisa ter consciência de que ele é uma fortaleza, a cultura e a arte podem levar a essa consciência. O povo já tem a consciência de que a educação e a cultura são a grande alavanca para mudar as coisas. Tudo é questão de tempo, o povo sabe o que é bom para ele”, disse o coordenador cultural do Sesc/AM, Zezinho Corrêa.
Umas das atrações mais interessantes que o Sesc traz a Manaus é o Grupo Triêro, por meio do projeto SESC Amazônia das Artes, um circuito interestadual de produtos artísticos que representam os nove estados da Amazônia Legal. O Triêro é radicado no Mato Grosso, mas viaja pelo Brasil em uma Kombi recolhendo elementos rítmicos para compor uma música com essência brasileira. Com estilo sonoro descontraído, o Triêro traz em seu repertório composições próprias e arranjos inusitados de músicas de Hermeto Pascoal, Luiz Gonzaga e Carlos Malta, tendo como característica marcante o revezamento dos músicos entre os instrumentos. Durante o show o grupo diversifica sua formação, produzindo diversos timbres e texturas musicais.
Villa-Lobos
A música de Heitor Villa-Lobos também está na programação do Sesc, com o Quarteto de Sopros da Amazônia, do projeto Sonora Brasil, do Sesc. O grupo é formado por Cláudio Abrantes (flauta), Ravi Shankar (oboé), Vadim Ivanov (clarineta) e Romeu Rabelo (fagote). Cláudio Abrantes e Vadim Ivanov tocam na Orquestra Amazonas Filarmônica, Ravi Shankar é músico convidado da Amazonas Filarmônica para o XII Festival Amazonas de Ópera (2008) e Romeu Rabelo é convidado especial para a terceira etapa do projeto Sonora Brasil. “No Sonora Brasil, o Amazonas foi contemplado duas vezes, no ano passado, com o Raízes Caboclas, esse ano, com o Quarteto de Sopro da Filarmônica. Eles vão tocar no Brasil todo”, disse Zezinho. |